Literatura

Críticas de livros, entrevistas com autores, e crônicas.

Era uma vez uma nação de leitores

Todos nós gostamos de histórias; reais ou inventadas, sobre amor ou guerra, mundos verdadeiros ou fantasiados. Como as histórias são contadas e divididas foi uma questão de evolução: primeiro no boca-a-boca, em colunas e tábuas de argila, até a invenção do livro oficialmente reconhecida através da invenção de Johannes Gutenberg, em volta de 1439. Foi um alemão de Mainz que inventou a imprensa na Europa (aparentemente algo parecido já havia sido inventado na China), e que colocou

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Jane Austen: mãe do chick lit?

Teorias que abordam Jane Austen como a ancestral primeira do gênero chick lit – romances de ficção feminina, de caráter leve e divertido – não são novas. Há tempos que pergunta-se no meio literário se a famosa escritora inglesa, autora de Orgulho e Preconceito, Senso e Sensibilidade, dentre outros, seria a inspiração para autoras de literatura feminina da geração atual como Helen Fieldling, a escritora que criou a infame Bridget Jones.

 

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Pelos caminhos oblíquos de palavras e histórias

Escrever e ler, dois verbos que sempre estiveram de mãos dadas, companheiros de momentos solitários e silenciosos. Através da escrita que consigo melhor me expressar, dividir idéias, criar histórias. E foi essa vontade, para não dizer um certo talento, que me embutiram da ambição de me tornar escritora.

 

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Hanói, de Adriana Lisboa: a elegância de uma história comum

Dois jovens de origens distintas, Alex e David, encontram-se num supermercado asiático, desenrolando um breve relacionamento que culmina na morte certa de David, diagnosticado com um câncer terminal aos trinta e dois anos. Sem família, David acha melhor morrer sozinho, minimizando sofrimento de pessoas próximas, até que conhece Alex. Ao notar a jovem caixa de supermercado, suas resoluções altruístas diminuem a cada encontro, a cada conversa trocada com Alex.

 

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Uma boa história não se mede em números

Não é novidade que a qualidade de uma obra não se mede em número de páginas. Existem livros maravilhosos de todos os tamanhos, histórias curtas ou longas, que nos fazem mergulhar em outra realidade ao deixar nossos olhos passearem pelas palavras e frases de um conto, crônica ou romance.

 

O que não consigo deixar de pensar é, no entanto, em como os livros longos são geralmente os meus prediletos. Sou daquelas que querem saber os detalhes do caráter dos personagens, onde vivem e para onde vão, as paisagens por onde passam, os sonhos alegres e tristes que têm, o passado, o presente, e o futuro dos que povoam o mundo fictício de uma obra. Nada mais lógico que, para caber esses pequenos detalhes (sem necessariamente encher linguiça), que linhas e páginas a mais são necessárias.

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