Obra

Quantas vezes numa viagem nos permitimos ver a vida com outros olhos?

 

Em Ventos Nômades você encontrará dez contos que cruzam continentes, exploram o choque de culturas e novos horizontes além das fronteiras tupiniquins.

 

Você largará tudo em busca do sentido da vida com Guilherme até chegar ao mais antigo templo do sudeste asiático. Com uma americana à beira da morte, receberá um sopro de vida na ilha grega de Creta. E se embrenhará junto com dois amigos nos segredos judaicos de Praga.

 

Ventos Nômades é um convite a viajar pelo mundo!

 

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Últimos artigos

A síndrome do salvador da pátria e suas devastadoras consequências

Durante o período de eleições de 2018 eu raramente tocava no assunto da política. Qualquer discussão – mesmo no nível racional – provavelmente não faria ninguém dar o braço a torcer. Tudo me parecia insano demais, intolerante demais.

 

Mas algo martelava na minha cabeça. Silenciosamente, eu me perguntava: por que tantas pessoas veem o Lula como uma espécie de santo, como se seus erros não fossem passíveis de crítica? Como um deputado medíocre como Bolsonaro tornou-se de repente o “mito”, o único que poderia mudar o Brasil? Eu me perguntava porque tantas pessoas depositavam suas esperanças na mudança do nosso país nas mãos desses homens. 

 

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8 expressões alemãs tão deliciosas quanto salsichas

Não é novidade alguma que os alemães adoram o porquinho em diversas variações comestíveis. A salsicha então... é praticamente um ícone nacional. O reflexo desse amor à salsicha é traduzido em diversas expressões na língua alemã. Assim como nós temos expressões que literalmente não fazem sentido algum em português, como “matar cachorro a grito”, no alemão muitas dessas expressões são simbolizadas pela salsicha – a famosa Wurst.

 

Confira 8 expressões salsichamente deliciosas na língua alemã.

 

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Reconquistando a língua portuguesa ao morar no exterior

Ainda me lembro do dia em que comecei a escrever o meu primeiro livro. Com algumas horas dedicadas ao ócio pela primeira vez após a maternidade, meu cérebro pedia alguma atividade que o tirasse do marasmo intelectual. Mal eu poderia imaginar como era difícil escrever na minha língua nativa, logo eu, que sempre tive tanta facilidade para escrever. Minutos passavam em frente ao computador tentando me lembrar de alguma palavra, que teimava em aparecer em alemão ou em inglês.

 

Mas em português? Que nada, minha língua nativa tinha desaparecido, resolveu não mais dar as caras!

 

 

 

 

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Por que amores multiculturais não são tão românticos assim

Mais uma vez passamos o fim de ano com a família do meu marido, que é coreana e vive na Alemanha há quase cinquenta anos. Nesse tempo de reflexão, lembrei-me dos comentários de conhecidos (geralmente em relacionamentos “uniculturais”) que acham o máximo que uma brasileira/portuguesa tenha se casado com um coreano/alemão. É claro, essa combinação inusitada gera curiosidade nas pessoas.

 

Talvez romantizado pela literatura e pelo cinema, que exploram certos comportamentos exóticos como algo sedutor (mas também um empecilho para o romance), muitos acham que relacionar-se com um estrangeiro tem um quê mais romântico, misterioso, e quiçá, extraordinário.

 

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Saudade: palavra única para um sentimento universal

Quem fala português gaba-se que a palavra saudade é única. É intraduzível, só nossa; nós nos convencemos. É quase como se tomássemos propriedade do sentimento saudade, o espírito por trás da palavra plenamente compreendido por nós, falantes da maravilhosa língua portuguesa. A teoria de que saudade é única popularizou-se quando a empresa britânica Today Translations promoveu uma listagem das palavras mais difíceis de traduzir adequadamente, com as opiniões de mil tradutores profissionais, onde saudade ficou o sétimo lugar.

 

Talvez a palavra em si seja difícil de ser traduzida, mas o sentimento que deu origem à palavra, não. Saudade existe em qualquer idioma, porque toda pessoa, independentemente de origem, cor ou religião, sente saudade de algo ou de alguém.

 

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