Sobre culturas, lugares & livros

 

Baiana da Baviera apresenta crônicas sobre experiências e diferenças culturais, histórias reais e imaginárias, livros e lugares especiais, escritos por Manuela M. Tchoe.

 

Um pouco de tudo desse grande mundo!



Últimos artigos

Símbolo e orgulho da Baviera: o leão

Outro dia estava caminhando pela vizinhança quando notei a quantidade de estátuas leoninas que adornam a casa dos vizinhos. Já sabia que o leão faz parte do brasão bávaro, assim como também é símbolo de outras casas nobres da Europa. Que a escolha do leão faz sentido, isso faz, pois esse é o animal que mais chega perto dos ideais de elegância, força, bravura, nobreza e valor; o leão é, afinal, o rei dos bichos.

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Viajando em folhas de papel

Que sensação boa é abrir um livro e já se sentir levada a um lugar diferente, imaginar paisagens, cheiros e gostos dos mais diversos. O que não falta hoje em dia são opções de literatura de viagem, diários de experiências de quem se joga no mundo. Não só alguns desses relatos estão compilados aqui, mas também algumas opções de leitura que não são de viagem em si, mas que se desenrolam em lugares fantásticos e te dão vontade de fazer a mala com destino incerto. Inspire-se com alguns dos meus livros prediletos, e viaje em folhas de papel...

 

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72 anos da liberação de Dachau: os campos de concentração da Alemanha e do mundo

29 de abril, 1945. Os prisioneiros do campo de concentração de Dachau foram libertados, e o mundo finalmente soube a verdade sobre o que acontecia por trás dos muros da bucólica cidade nos subúrbios de Munique. Espantados com a verdade, as montanhas de cadáveres malnutridos, os crematórios, as câmaras de gás, o horror sem fim, parte da sociedade alemã tirando as vendas dos olhos.

 

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Quando a história pulsa em suas veias: antigos mundos

Existem poucas coisas mais chatas que aprender história na escola? Quem não se lembra das aulas enfadonhas sobre o antigo Egito, a Mesopotâmia ou a Grécia? Eram de dar sono, tamanho o número de datas, nomes, eventos que precisávamos decorar para a próxima prova. As aulas lá do colegial nos ensinavam sobre lugares tão imaginários quanto a Terra Média ou Westeros.

 

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Era uma vez uma nação de leitores

Todos nós gostamos de histórias; reais ou inventadas, sobre amor ou guerra, mundos verdadeiros ou fantasiados. Como as histórias são contadas e divididas foi uma questão de evolução: primeiro no boca-a-boca, em colunas e tábuas de argila, até a invenção do livro oficialmente reconhecida através da invenção de Johannes Gutenberg, em volta de 1439. Foi um alemão de Mainz que inventou a imprensa na Europa (aparentemente algo parecido já havia sido inventado na China), e que colocou

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