Obra

Quantas vezes numa viagem nos permitimos ver a vida com outros olhos?

 

Em Ventos Nômades você encontrará dez contos que cruzam continentes, exploram o choque de culturas e novos horizontes além das fronteiras tupiniquins.

 

Você largará tudo em busca do sentido da vida com Guilherme até chegar ao mais antigo templo do sudeste asiático. Com uma americana à beira da morte, receberá um sopro de vida na ilha grega de Creta. E se embrenhará junto com dois amigos nos segredos judaicos de Praga.

 

Ventos Nômades é um convite a viajar pelo mundo!

 

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Últimos artigos

Trick or Treat - Uma história de Halloween

Existem certas celebrações no mundo que, mesmo não sendo parte de minha cultura, sempre tive vontade de celebrar. O Holi indiano, por exemplo, o festival das cores que comemora a chegada da primavera, sempre esteve na minha lista. Já Halloween... vixe, nem tanto! Sempre objeto de filmes hollywoodianos e sitcoms com um episódio extra dedicado às abóboras e sustos de mentira, sempre havia achado o Halloween algo americanizado demais, comercial demais. Estava de bom tamanho ver o dia das bruxas na telinha.

 

Até planejar uma viagem para ver minha família na Inglaterra num feriado prolongado – que cairia justamente no dia do Halloween (31 de outubro) – e meus preconceitos cairem por terra!

 

 

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Um mundo de sotaques

Nossos sotaques são como uma uma janela para nossas origens. Na grande maioria das vezes, nem pensamos em nossos sotaques, na forma como falamos. Ao mesmo tempo, existem sotaques que temos uma certa fascinação, como o inglês britânico, ou aqueles que achamos engraçado ou até ridículo. Quantas vezes meu sotaque de baiana foi alvo de chacota? Ou quantas vezes eu mesma fiz graça de outros sotaques, como o carioca?

 

Existiram momentos, principalmente aqueles em que eu estava em contato com pessoas de outros estados brasileiros, em que eu teria preferido anular meu sotaque. Talvez para não mais ouvir certos sussurros como “lá vem a baianada”. Uma amiga minha de Salvador, por exemplo, à primeira oportunidade de morar em São Paulo resolveu não mais falar com sotaque baiano e

 

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A alma de Portugal em imagens

O que pensamos ao passarmos férias em Portugal: vamos subir e descer suas milhares de inclinações, comer sardinhas e bacalhau, trabalhar aquele bronze, conhecer os castelos e tomar vinhos fantásticos. Fizemos tudo isso, mas como em cada lugar, procurei ver além dos aspectos turísticos. Procurei captar imagens que são tão portuguesas como o Castelo de São Jorge, e que nos trazem a terrinha de forma mais real aos nossos olhos.

 

Nessa coletânea de fotos, você vai encontrar novas faces de Portugal. O diferente, o multicultural, o sujo, o desigual. Mas também único - e maravilhosamente especial.

 

Espero que gostem - ó pá!

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Adeus negatividade! Pequenas e preciosas coisas que aprendi a amar na Alemanha

Como imigrante na Alemanha eu já tive grandes momentos de negatividade. E muitos imigrantes que conheço aqui em Munique – brasileiros, americanos, e outras nacionalidades – passam por diversos momentos negativos num país que, de acordo com as estatísticas, parece perfeito.

      

Não é fácil se adaptar a um país diferente. Mas te digo uma coisa: nós tornamos esse processo ainda mais difícil quando vemos tudo sob a ótica da negatividade. Deixa eu dividir com vocês quatro coisas que antes eu achava irritantes na Alemanha - e porque eu aprendi a gostar delas.

      

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Os Grandes Descobrimentos

Vir para Portugal nas férias ia além da promessa de longos dias na praia a comer sardinhas. Se por fora eu viria apenas para passear, relaxar, desintoxicar até, algo dentro de mim borbulhava. Já tinha tempo que fantasiava um lugar que me fosse mais familiar que a Alemanha, um lugar para chamar de meu, onde eu pudesse falar minha língua, comer comidas de infância, deixar meu coração se levar pelo parecido das coisas: das paisagens, da arquitetura, dos jeitos.

 

E tanta coisa em Lisboa, em Portugal como um todo, me fez sentir em casa, uma casa que não é o Brasil, obviamente, mas que estava de bom tamanho para alguém que, apesar de caminhar a estrada da saudade de vez em quando, não quer retornar ao Brasil tão cedo.

 

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