Obra

Quantas vezes numa viagem nos permitimos ver a vida com outros olhos?

 

Em Ventos Nômades você encontrará dez contos que cruzam continentes, exploram o choque de culturas e novos horizontes além das fronteiras tupiniquins.

 

Você largará tudo em busca do sentido da vida com Guilherme até chegar ao mais antigo templo do sudeste asiático. Com uma americana à beira da morte, receberá um sopro de vida na ilha grega de Creta. E se embrenhará junto com dois amigos nos segredos judaicos de Praga.

 

Ventos Nômades é um convite a viajar pelo mundo!

 

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Combate ao Winter Blues 101

Winter Blues (pode ser traduzido para depressão sazonal de inverno) é um dos maiores desafios para quem desbrava a estação mais fria do ano. Não só para nós brasileiros, geralmente acostumados com o clima quente, mas para os nativos também. Não é um período fácil: depois do ano novo, principalmente, os dias tendem a ficar ainda mais curtos e frios. Porque nosso relógio biológico é controlado pela luz solar, a falta dela pode causar uma produção maior de melatonina, hormônio ligado à depressão. Por isso, é comum que o corpo não sinta a falta de luz e calor, além do isolamento social de ficar em casa com mais frequência. Para muita gente isso traduz no winter blues, causando sonolência, cansaço, falta de energia, tristeza, irritação e até fome além do normal (principalmente para o consumo de carboidratos e doces).

 

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Os sabores de voltar para casa

Na casa de minha avó Carminda tinha sopa de caldo verde todo santo dia. Cada comemoração era feita através de lascas de bacalhau em suas diversas formas. Bolinhos de bacalhau e aletria doce, uma delícia natalina feita com pasta fininha como capellini, completavam o menu que comíamos sempre e cujos sabores marcaram minha infância. O doce de tomate que minha avó fazia então... é só fechar os olhos que eu ainda me lembro do gosto. Antes de embarcar em minhas próprias aventuras além do Brasil, mal sabia como comida é um dos pilares de identidade de imigrantes, que procuram por resquícios de sua cultura no além-mar.

 

Meu pai veio para o Brasil com cerca de cinco anos e foi no Rio de Janeiro onde ele e meus avós fizeram a sua segunda casa. Antes de aportarem no Brasil, meus avós tentaram a vida em Angola, 

 

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Trick or Treat - Uma história de Halloween

Existem certas celebrações no mundo que, mesmo não sendo parte de minha cultura, sempre tive vontade de celebrar. O Holi indiano, por exemplo, o festival das cores que comemora a chegada da primavera, sempre esteve na minha lista. Já Halloween... vixe, nem tanto! Sempre objeto de filmes hollywoodianos e sitcoms com um episódio extra dedicado às abóboras e sustos de mentira, sempre havia achado o Halloween algo americanizado demais, comercial demais. Estava de bom tamanho ver o dia das bruxas na telinha.

 

Até planejar uma viagem para ver minha família na Inglaterra num feriado prolongado – que cairia justamente no dia do Halloween (31 de outubro) – e meus preconceitos cairem por terra!

 

 

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Um mundo de sotaques

Nossos sotaques são como uma uma janela para nossas origens. Na grande maioria das vezes, nem pensamos em nossos sotaques, na forma como falamos. Ao mesmo tempo, existem sotaques que temos uma certa fascinação, como o inglês britânico, ou aqueles que achamos engraçado ou até ridículo. Quantas vezes meu sotaque de baiana foi alvo de chacota? Ou quantas vezes eu mesma fiz graça de outros sotaques, como o carioca?

 

Existiram momentos, principalmente aqueles em que eu estava em contato com pessoas de outros estados brasileiros, em que eu teria preferido anular meu sotaque. Talvez para não mais ouvir certos sussurros como “lá vem a baianada”. Uma amiga minha de Salvador, por exemplo, à primeira oportunidade de morar em São Paulo resolveu não mais falar com sotaque baiano e

 

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A alma de Portugal em imagens

O que pensamos ao passarmos férias em Portugal: vamos subir e descer suas milhares de inclinações, comer sardinhas e bacalhau, trabalhar aquele bronze, conhecer os castelos e tomar vinhos fantásticos. Fizemos tudo isso, mas como em cada lugar, procurei ver além dos aspectos turísticos. Procurei captar imagens que são tão portuguesas como o Castelo de São Jorge, e que nos trazem a terrinha de forma mais real aos nossos olhos.

 

Nessa coletânea de fotos, você vai encontrar novas faces de Portugal. O diferente, o multicultural, o sujo, o desigual. Mas também único - e maravilhosamente especial.

 

Espero que gostem - ó pá!

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